28/01/2010 - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), teve alta de 0,63% em janeiro, ante deflação de 0,26% registrada em dezembro. A taxa serve de referência para os reajustes de contratos de aluguel. Foram registrados acréscimos nos três componentes do IGP-M: Índice de Preços por Atacado (IPA), Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).
O IPA passou de -0,50% para 0,51%, influenciado, principalmente, pelo grupo de bens finais com variação de 0,76%. Nos subgrupos, os destaques são os alimentos processados, que passaram de -1,27% para 2,83%, resultado que reflete a alta dos produtos in natura e dos combustíveis. Nos bens intermediários, a taxa subiu de -0,22% para 0,63%, puxada pelo subgrupo de materiais e componentes para manufatura (de -0,17% para 0,69%).
Outro componente do IPA, o índice de matérias-primas brutas se manteve com variação negativa (-0,06%), mas em ritmo menos acentuado do que em dezembro (-0,66%). Entre as principais elevações estão o arroz em casca (de -1,63% para 8,09%), o leite in natura (de -5,26% para -1,85%) e os itens bovinos (de -2,43% para 0,37%). No mesmo período, houve decréscimos em minério de alumínio (de 1,30% para -14,05%); na soja em grão (de -1,56% para -5,49%) e laranja (de 8,90% para 5,39%).
O IPC apresentou variação de 1%. ante 0,20%. Seis dos sete grupos de despesas tiveram aumento, sendo que as maiores elevações ocorreram em alimentação (de 0,05% para 1,42%) e transportes (de 0,22% para 2,29%). Entre os produtos alimentícios, os que mais tiveram alta foram as hortaliças e legumes (de -1,23% para 3,49%) e, no caso dos transportes, o impacto foi causado pelo reajuste da tarifa de ônibus urbano (de 0,00% para 4,69%).
Em educação, leitura e recreação, a taxa subiu de 0,32% para 1,69%, com reflexo, principalmente, dos cursos formais (de 0,00% para 3,55%); em saúde e cuidados pessoais, de de 0,13% para 0,35%, com destaque para os artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,37% para 0,40%); em despesas diversas, de 0,20% para 0,42%, com destaque para o reajuste da mensalidade de TV por assinatura (de -0,01% para 1,00%) e em habitação, de 0,21% para 0,23%, resultado que reflete a alta de material para limpeza (de -0,17% para 1,22%).
Já o grupo vestuário teve um decréscimo na taxa de variação, passando de 0,95% para 0,44%. Os calçados ficaram mais baratos (de 1,10% para -0,14%) e as roupas já não estão tão caras quanto antes (de 1,00% para 0,70%).
O terceiro componente do IGP-M, o INCC aumentou de 0,20% para 0,52%, resultado que representa acréscimos nos três grupos que formam esse índice: materiais e equipamentos (de 0,21% para 0,23%); serviços (de 0,33% para 1,28%) e mão de obra (de 0,16% para 0,60%).
PIB da construção civil cai 6,3%, mas CBIC não concorda com o resultado
Pesquisa mostra potencial de seis cidades do DF
Arte em sucata é destaque em Feira de Botânica do Casa Park
Setor da construção civil demonstra otimismo para 2010
Entrega de lotes e escrituras em Sobradinho II
Índice que reajusta aluguéis sobe 0,95% na primeira prévia de março
Nova Lei do Inquilinato é discutida e explicada em seminário
CBIC espera crescimento de 9% no setor da construção civil em 2010
Projeto determina substituição de cordas de persianas por varetas
Seguro de imóveis fica mais barato
Inflação na construção civil se mantém estável em fevereiro
Festival da Construção 2010 na Leroy Merlin
Wilson Lima determina rigor contra ocupações de áreas públicas
Comunidade debate Zoneamento Ecológico-Economico do DF
Vida de condomínio: Problemas na garagem
Programas do governo viabilizam a construção de 4,9 mil casas em João Pessoa